Sequinho em casa, chá lúcia-lima... que cheirinho bom!...
19 julho 2011
18 julho 2011
Come a Sopa Marta!
A Marta não gostava nada de sopa. Conto, suponho, autobiográfico de Marta Torrão (Come a Sopa Marta! de Marta Torrão, da editora O Bichinho de Conto, 2004), com o qual me identifico. Eu também era assim em criança e agora passei o testemunho à M.. Mas, nesta história, a mãe da Marta conseguiu arranjar uma estratégia para que a filha comesse a sopa toda. Devo confessar que nenhum tipo de estratégia alguma vez funcionou comigo... nem com a M.. :oS
E foi assim que, tanto na biblioteca como no jardim, criámos pratos de sopa o mais apelativos possível, para convencer a Marta a comer sempre a sopa até ao fim.
13 julho 2011
espantalha

[Espantalha - Ana Paula Otero - Julho 2011]
... a familiarizar-me com a mesa de desenho.
Às vezes irrito-me profundamente comigo própria! Faço tantas coisas diferentes e perco tanto tempo com algumas que nem valem nada a pena. Depois esqueço-me de fazer outras de que gosto tanto e que vão ficando sistematicamente adiadas. Esta, de dominar este objecto tão apetecível, é uma dessas coisas.
força delicada
Nascem em todo o lado, estas danadas!
Por entre pedras, por entre mosaicos... Onde parece nada conseguir furar...
Mas são de um aspecto tão frágil, tão delicado, belíssimas...
Por vezes, um ar frágil encobre uma tenacidade absoluta, uma força obstinada, que faz resistir muito mais do que o que se poderia supor...
11 julho 2011
... de encantar ...
Bzzzoira Moira, encantou-nos com um mergulho nos meandros mais recônditos da nossa cultura, cenários deliciosos e a mestria da artista a manusear as marionetas.
No site da Mandrágora pode ler-se a sinopse do espectáculo que aqui transcrevo:
Esta é a história sobre um poço negro que dizem esconder um tesouro guardado por uma moura encantada por um feitiço… Durante a noite a jovem chora, enquanto se penteia, mas durante o dia é transformada num animal que afugenta o aguadeiro a caminho do poço, onde vai buscar água ...Este é o início de uma extraordinária história.
Isto, no passado fim de semana, num sítio também ele encantado.
E a M. teve ainda a oportunidade de se encantar com um gato que por lá andava.
E a M. teve ainda a oportunidade de se encantar com um gato que por lá andava.
09 julho 2011
Félix vs Xana
Então não é que em vez de gato parece que é gata? Ainda não temos a certeza mas há quem diga que é uma Xana e não um Félix. A ver vamos.
06 julho 2011
o livro
É um orgulho ver o meu livro, numa sala de aula, ao lado de outros como Portugal - História e Lendas de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e Livro com Cheiro a Morango de Alice Vieira.
Relembro que para o ter gratuitamente, basta clicar aqui do lado direito na imagem dele.
04 julho 2011
apaixonados
03 julho 2011
na biblioteca...

... a cabacinha correu correu e a velhinha escapou ao lobo, à planta carnívora, à alcateia, ao urso e ao outro urso!...
Valente velhinha!!!
O conto, já adivinharam, foi Corre Corre Cabacinha na versão de Alice Vieira, com ilustrações de José Miguel Ribeiro, da Editorial Caminho, 1991 (aqui noutra versão).
O atelier foi giríssimo. Acabou por correr muito melhor do que o que eu tinha inicialmente planeado. Devido a falha técnica, não lhes pude imprimir as formas da maqueta desta história que tinha preparado. Resolvi fazê-las com os miúdos assim, à mão, deixando fluir a imaginação.
Resultou no modelo que viram lá mais acima, em que a nossa velhinha rola colina abaixo, dentro da cabaça, e escapa à bicharada toda, que as mentes criativas quiseram que houvesse neste bosque.
Não é que não goste de trabalhar com crianças mais pequenas, mas prefiro os maiorzinhos, porque podemos fazer trabalhos menos limitados.
Noutro dia, outra história e a M. pôde criar um livro de receitas.
01 julho 2011
por aí...
... descobri tanta coisa divertida...
A começar com os Ooglies, que dão agora na 2:, e trouxe para aqui uns squetchs:
Um bocadinho sádicos, talvez por isso a M. não goste muito. Eu adorei! Regressei à minha tenra infância e aos desenhos animados trazidos por Vasco Granja. Aqui um squetch humorístico com o próprio.
Depois, há um blog recheado de ideias fantásticas, das quais destaco:
1 - as unhas de papel de jornal (tenho que experimentar);
2 - este postal muito original (trouxe o vídeo);
e , já no youtube descobri um monte de outros vídeos, que mostram a arte do "pop-up" que tanto me fascina. Como este, a ver mais com arquitectura. Lá também há tutoriais para quem quer experimentar fazer, desde os muito simples aos complicados.
Já agora, e a propósito, conhecem o livro Popville da Bruáa Editora? É feito com este conceito e é bastante interessante. Mostra aos mais pequenos como nascem normalmente as cidades. Vão crescendo, começando por uma casinha, passando a uma aldeola e por aí adiante. [Popville, autora Joy Sorman, ilustradores Anouck Boisrobert e Louis Rigaud, Bruáa Editora]
Já vos disse que no site da Bruáa podemos folhear os livros todos. Por isso, desfrutem...
E como a internet (tal como as conversas) é como uma cesta de cerejas, que ao tirares uma vêm outras e mais outras atrás, encontrei mais um livro em pop-up maravilhoso. Vejam o vídeo aqui e muitos outros. Se, tal como eu, isto vos fascina, embrenhem-se pelo youtube a dentro de vídeo em vídeo. ;o)
E ainda do mesmo blog que falei lá em cima (o Criative Inspiration), outra curiosidade, a terceira que destaco:
3 - esta coruja que se forma a partir de papel em frente ao nosso olhar.
4 - como transferir imagens com fita-cola...
5 - um tutorial de pintura a aguarela...
e podia continuar por aí fora...
A começar com os Ooglies, que dão agora na 2:, e trouxe para aqui uns squetchs:
Um bocadinho sádicos, talvez por isso a M. não goste muito. Eu adorei! Regressei à minha tenra infância e aos desenhos animados trazidos por Vasco Granja. Aqui um squetch humorístico com o próprio.
Depois, há um blog recheado de ideias fantásticas, das quais destaco:
1 - as unhas de papel de jornal (tenho que experimentar);
2 - este postal muito original (trouxe o vídeo);
e , já no youtube descobri um monte de outros vídeos, que mostram a arte do "pop-up" que tanto me fascina. Como este, a ver mais com arquitectura. Lá também há tutoriais para quem quer experimentar fazer, desde os muito simples aos complicados.
Já agora, e a propósito, conhecem o livro Popville da Bruáa Editora? É feito com este conceito e é bastante interessante. Mostra aos mais pequenos como nascem normalmente as cidades. Vão crescendo, começando por uma casinha, passando a uma aldeola e por aí adiante. [Popville, autora Joy Sorman, ilustradores Anouck Boisrobert e Louis Rigaud, Bruáa Editora]
Já vos disse que no site da Bruáa podemos folhear os livros todos. Por isso, desfrutem...
E como a internet (tal como as conversas) é como uma cesta de cerejas, que ao tirares uma vêm outras e mais outras atrás, encontrei mais um livro em pop-up maravilhoso. Vejam o vídeo aqui e muitos outros. Se, tal como eu, isto vos fascina, embrenhem-se pelo youtube a dentro de vídeo em vídeo. ;o)
E ainda do mesmo blog que falei lá em cima (o Criative Inspiration), outra curiosidade, a terceira que destaco:
3 - esta coruja que se forma a partir de papel em frente ao nosso olhar.
4 - como transferir imagens com fita-cola...
5 - um tutorial de pintura a aguarela...
e podia continuar por aí fora...
29 junho 2011
wrapping & recicling

Para a pulseira tive oportunidade de criar mais uma eco-embalagem. Como sabem adoro-as e não dispenso estas oportunidades. ;o)

26 junho 2011
a saia de ganga
Há muitos, muitos anos (bom, nem tantos assim, porque afinal não sou propriamente pré-histórica, não é?!), teria eu uns 10 anitos, numa tarde de muito calor, entediada, sem saber o que fazer, num daqueles fins-de-semana solitários na casa de férias, longe dos meus amigos, resolvi sentar-me ao fresco, no carro, à sombra de um pinheiro, a decorar a sem graça, fora de moda e velhota saia de ganga que trazia vestida. Sim, isto tudo foi desenhado de pernas para o ar, rodando a parte de trás para a frente, de modo a não deixar partes por desenhar. Foi religiosamente guardada pela minha querida mãe, super-babada das artes da filha. Trouxe-a comigo quando mudei para a minha casa e reencontrei-a agora. Achei divertido trazê-la para vos mostrar.

Agora é a minha vez de ficar babada com as artes da minha filha. Quero mostrar-vos também o colar que ela fez para umas das suas Jewel Pets. Podem vê-lo melhor no blog dela.
nomenclatura

A M. é muito organizadinha com os seus ficheiros, no computador. Pesquisa o que lhe interessa e arquiva os resultados. Como podem perceber pelo seu blog (e apesar de não andar a ser actualizado), as Jewel Pets têm sido o seu interesse ultimamente, bem como a geologia. Mas focando-me por agora nas Jewel Pets, vejam só o conteúdo da pasta dela sobre este tema: cliquem na imagem para a ampliar. Fartei-me de rir com algumas das sub-pastas. Há uma que se denomina "porcarias". :) Nem me perguntem o que tem lá dentro! :S Mas a minha favorita é a "quero". :) Desconfio que seja das que esteja mais recheada...
23 junho 2011
de ❤
Um projecto especial para uma pessoa muitíssimo especial...
Com as contas pintadas à mão.
Já está no catálogo.
22 junho 2011
atelier: rabiscos

Na biblioteca, fizemos um exercício muito engraçado que pretende estimular a criatividade. A partir de um rabisco aleatório deve criar-se um desenho. Estes foram alguns dos resultados.
Gosto particularmente deste exercício e fiquei muito positivamente surpreendida.
E agora aproveito para agradecer o simpático selinho com que a Flavia galardoou o meu blog/catálogo. Muito obrigada pela lembrança, querida.
20 junho 2011
quadro primavera
constatação

Nestes dois últimos dias assisti ao documentário José e Pilar, que ainda não tinha tido oportunidade. Dele retive uma frase de Saramago que é esclarecedora acerca da triste natureza humana. Somos capazes de coisas tão fantásticas... e depois também temos o pior fundo possível e imaginário. Porquê? Serão a inteligência e o livre arbítrio realmente uma bênção? Mas atenção, que por eu me interrogar acerca disto não quer dizer que ache que algum outro ser humano tenha o direito de retirar liberdades aos outros. Não se vá achar que sou das que acham que antigamente é que era bom, porque havia quem decidisse por nós. Bom, mas então a frase era mais ou menos a seguinte: A humanidade é como um bando de lémures que caminha para o precipício, mas que pelo caminho se entretém a fazer as maiores atrocidades uns aos outros. É triste, não é? Devíamos realmente reflectir sobre isto e mudar.
Aqui o site oficial.
19 junho 2011
continhas

Laura e Alice: duas princesinhas em duas contas pintadas à mão, para fazer um pulseira muito especial.
Gostei tanto delas que resolvi abrir uma nova gama de artigos no catálogo: Contas Personalizadas. Aceito encomendas!
17 junho 2011
16 junho 2011
ainda...
... na biblioteca...

... Houve um dia em que falámos do pai, a pretexto de lhes mostrar um livro da Planeta Tangerina, "Pê de Pai" (de Isabel Martins, com ilustrações de Bernardo Carvalho, 2006), e que tanto me fez lembrar da minha própria filha e da sua vivência com o pai, e fizemos umas árvores genealógicas muito simples mas engraçadas.



E noutro dia, em especial para uma pequena princesa em idade de aprender as cores, conhecemos o Elmer*: um elefante que não era cinzento como todos os outros.
Adorámos as cores vibrantes deste elefante brincalhão e não resistimos a fazer também um para nós brincarmos.
A ideia veio daqui, onde está explicadinho como se faz e tem o molde para imprimir e tudo.
O nosso ficou muito colorido.
Ora agora está quietinho em cima dos trapésios...

... ora logo faz das suas e levanta as patas dianteiras. É um acrobata! :) Divertido, não?

* Elmer de David McKee, Editorial Caminho, 2003.
... Houve um dia em que falámos do pai, a pretexto de lhes mostrar um livro da Planeta Tangerina, "Pê de Pai" (de Isabel Martins, com ilustrações de Bernardo Carvalho, 2006), e que tanto me fez lembrar da minha própria filha e da sua vivência com o pai, e fizemos umas árvores genealógicas muito simples mas engraçadas.



E noutro dia, em especial para uma pequena princesa em idade de aprender as cores, conhecemos o Elmer*: um elefante que não era cinzento como todos os outros.
Adorámos as cores vibrantes deste elefante brincalhão e não resistimos a fazer também um para nós brincarmos.
A ideia veio daqui, onde está explicadinho como se faz e tem o molde para imprimir e tudo.
O nosso ficou muito colorido.
Ora agora está quietinho em cima dos trapésios...
... ora logo faz das suas e levanta as patas dianteiras. É um acrobata! :) Divertido, não?
* Elmer de David McKee, Editorial Caminho, 2003.
15 junho 2011
o rei vai nu
E não é que ia mesmo?!... Ahhh pois! Foi o que ficámos a saber em mais uma Hora do Conto na biblioteca, com este clássico de Hans Christian Anderson.
Era uma vez um rei muito, muito, mesmo muito vaidoso, que só pensava em roupas novas. É claro que tamanha obcessão fora castigada e o soberano acabou nu em frente aos seu povo, desmascarado pela sinceridade pura de uma criança.
Mas depois de tal vergonha, achámos que ainda lhe podíamos dar mais uma lição. Resolvemos vestí-lo, não fosse o senhor constipar-se, mas reaproveitamento materiais velhos.
Resultou em duas excelentes propostas Outono/Inverno, muito chiques, para reis vaidosos mas empenhados em reciclar. :)


Era uma vez um rei muito, muito, mesmo muito vaidoso, que só pensava em roupas novas. É claro que tamanha obcessão fora castigada e o soberano acabou nu em frente aos seu povo, desmascarado pela sinceridade pura de uma criança.
Mas depois de tal vergonha, achámos que ainda lhe podíamos dar mais uma lição. Resolvemos vestí-lo, não fosse o senhor constipar-se, mas reaproveitamento materiais velhos.
Resultou em duas excelentes propostas Outono/Inverno, muito chiques, para reis vaidosos mas empenhados em reciclar. :)
14 junho 2011
espertalhices
Agora, a paixão da M. são as pedras, principalmente preciosas e semi-preciosas. Diamonds are a girl's best friend, não é o que dizem? ;) Anda a toda a hora a pesquisar sobre o assunto e até já procura no eBay o que quer, para depois o pai lhe encomendar.
E por falar em espertalhices, encontrei uns apontamentos antigos. Eu, que gosto de apontar tudo, por tu e por nada... Comecei a ler e eram contos que escrevi há tanto tempo, que já nem me lembrava; outros, vagas ideias inacabadas; registos de livros, pensamentos, referências bibliográficas... E espertalhices da M.! Quando ela as "dispara" eu agarro numa caneta e papel assim que posso, para que não me escapem. Acho-as deliciosas. Esta aconteceu tinha ela seis anitos, acabada de entrar para o 1º ano:
«Ao despir as calças, alguma coisa lhe picou a perna.
- Ai! - queixou-se.
- O que foi? - perguntei.
-Não sei! Mas não foi um glóbulo vermelho que chocou contra um glóbulo branco. Não foi, não foi!»
Outra foi esta, também da mesma altura, em que a M. aprendeu a dizer a palavra "técnica":
«- Ténica... Té-cnica... Téc-ni-ca... Técnica.» :) Faz-me lembrar o Steve Martin na Pantera Cor-de-rosa.
E mais outra:
«- A Palmira não pode comer amendoins. Isto tem muito óleo e a Palmira não é nenhum carro.» :)))
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